quarta-feira, 3 de agosto de 2011

DN- sobre a Lista do PSD


o DIÀRIO já havia anunciado, os nomes de  Sara André, Ivo Nunes, Gabriel Drumond, Carmo Almeida e ...

 


sorte do seu nome aparecer na lista!Lembram-se do artigo da Sara André sobre os "Gatunos e Chupistas ... ://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/57103-gatunos-e-chupistas Boa sorte Sara André! Voçê nota-se que anda alheio Voçê nota ...

 


Porto Moniz e São Vicente. Ao invés, de saída estão Sara André, Ivo Nunes, Gabriel Drumond, Carmo ...

 


igualmente líder do PSD vão estar pelo menos Gabriel Drumond, Sara André, Ivo Nunes, Carmo Almeida, Gustavo ...

 


. Já Sara André, ao que garantiram a este matutino, está fora do elenco de figuras que mais facilmente ... suas iniciativas em que se envolve.   Quanto a Sara André, que tem assumido algum distanciamento em ...

 

Dê Notícias > Cartas do Leitor

Dom, 31/07/2011 - 02:00

disse comparar este rapazola com os lideres JSD do passado como a Sara André, jaime filipe ramos ...

 


Ramos ou mesmo com a Sara André...líderes carismáticos e que fizeram trabalhos soberbos na JSD, só pode ...

domingo, 31 de julho de 2011

JM- Um milhão de euros empregues pela Fundação da Juventude

Jornal da Madeira / Região / 2011-07-31

Em foco
Um milhão de euros empregues pela Fundação da Juventude


A delegação regional da Fundação da Juventude da Madeira já empregou cerca de um milhão de euros em várias iniciativas que abrangeram milhares de jovens madeirenses.
Constituída em 2002, a Fundação da Juventude na Madeira tem desenvolvido projectos nos mais variados âmbitos. Com o objectivo de realizar e apoiar iniciativas destinadas a promover a integração dos jovens na vida adulta, para além de divulgar as acções da Fundação a nível nacional, esta delegação tem-se destacado pela dinamização de projectos no âmbito do Programa Juventude em Acção (2004, 2008/2009, 2009/2010) e por acções de formação financiadas pelo Fundo Social Europeu (2006, 2008, 2009/2010). 1
Entre 2004 e 2006, a delegação integrou o projecto no âmbito do Interreg, Raízes II, tendo feito parceria com instituições das ilhas Canárias e dos Açores. São ainda promovidas conferências sobre temas de interesse para os mais jovens, além da realização de sessões de esclarecimento sobre o programa europeu Juventude em Acção, sendo ainda prestado aconselhamento de jovens.
Relativamente aos projectos desenvolvidos no âmbito do programa Juventude em Acção, entre 2004 e 2005, foram realizadas várias acções como um programa de rádio, a publicação de um destacável sobre as questões europeias, uma campanha de informação sobre o voto juvenil, sessões de esclarecimento sobre o programa Juventude pelas escolas da Região e ainda a realização de um seminário temático sobre os jovens e a construção europeia. Como estas acções estiveram integradas na “Madeira Região Europeia 2004”, foi desenvolvido ainda um fim-de-semana dedicado à discussão da Convenção Europeia, assinalando o dia da Europa com uma exposição de trabalhos feitos por jovens madeirenses.
Ainda no âmbito do programa financiado por fundos europeus, Juventude em Acção, entre 2008 e 2009, foi dinamizado o programa “Integrar com a Música e com a dança”. Neste sentido, foram desenvolvidas oficinas de dança, música, expressão artística, tendo havido ainda uma sessão de música e expressão plástica.
Foram também realizados seis seminários sobre diversas problemáticas e assuntos que interessam os mais novos, como o papel da juventude na construção de uma identidade europeia, a prevenção da toxicodependência, planeamento familiar, alimentação saudável, igualdade de oportunidades e ainda foi dado a conhecer o programa Juventude em Acção.
“Democracia, Participação e Empreendedorismo” foi o último projecto desenvolvido pela delegação regional da Fundação, no âmbito da Juventude em Acção. Esta iniciativa movimentou dezenas de jovens que participaram em seminários temáticos, debates e exposições, tendo ainda participado em trabalhos de grupo sobre a temática regional. No encontro “Constrói o Teu Futuro”, os jovens apresentaram publicamente os seus trabalhos aos seus colegas, a responsáveis hoteleiros e ainda ao eurodeputado Nuno Teixeira. Foi criado até um blog “constroioteufuturo.blogspot.com”.
Ainda integrado no Juventude em Acção será desenvolvido em Setembro um novo projecto, desta vez sobre o bullying (ver destaque).
Já no que respeita ao projecto Raízes II, que foi desenvolvido no âmbito do programa comunitário INTERREG III B, foi dinamizado o projecto “Juventude Activa do Século XXI: Revalorizando a Cultura”. Foram realizados cursos de teatro e de iniciação de instrumentos tradicionais, houve um espectáculo com os jovens na Camacha e uma peça de teatro “Contando e Brincando”. No final, foi produzido um CD com a recolha de música tradicionais madeirenses.

Formação profissional é aposta da Fundação

A delegação regional da Fundação da Juventude na Madeira, desde 2006, tem vindo a desenvolver várias acções de formação profissional, com o apoio do Fundo Social Europeu.
A última acção de formação que esteve a ser desenvolvida foi o curso de educação e formação na área de padaria e pastelaria que deu, aos formandos, equivalência ao 9.º ano de escolaridade e destinou-se a jovens entre os 15 e os 24 anos.
Em Outubro, será dado início ao curso de educação e formação para jovens na área de operador de informática, também com equivalência ao 9.º ano de escolaridade.
No ano passado, terminou o curso de educação e formação de adultos na área de agente em geriatria, que também deu equivalência ao nono ano de escolaridade aos participantes. Em 2006, foi ministrado o curso de formação de formadores na área da promoção da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, tendo se repetido em 2008.

Sara André dirige FJ

Sara André é a directora regional da Fundação da Juventude (FJ), cargo que ocupa desde 2003. Com currículo extenso em actividades associativas e de representação em vários
domínios, destaca-se o facto de ter sido presidente da Associação Académica da Universidade da Madeira e passou
naquela instituição por quase todos os seus órgãos de gestão por eleição dos colegas. Actualmente, é presidente da Associação dos Antigos Alunos na Universidade da Madeira.
Professora de profissão, Sara André é deputada à Assembleia Legislativa da Madeira, desde 2000. Ao longo dos anos tem apostado na sua formação, nas mais diversas áreas, e prepara-se para, este ano, apresentar a sua tese de doutoramento na área da Educação, pela Universidade de Cádiz.

Jovens ajudam na prevenção do bullying

A partir do mês de Setembro, a delegação regional da Fundação da Juventude vai dar início a um novo projecto: “Bullying - o papel dos jovens na sua prevenção”. Esta iniciativa consiste, numa primeira fase, na formação de um grupo de 14 jovens voluntários, provenientes de turmas do 10.º e 11.º anos de uma escola secundária onde o bullying tem uma maior incidência. A formação destes jovens será feita através de acções de âmbito lúdico-pedagógico e informativo. Na segunda fase deste projecto, os jovens irão protagonizar uma campanha de sensibilização junto de outros jovens em contexto escolar, de forma a consciencializar e sensibilizar os colegas para a prevenção e o combate ao bullying. Assim, os 14 jovens passam a ser educadores e transformadores da população em redor.
Do grupo dos 14, dez são alunos, mas os restantes estão envolvidos directamente neste novo projecto e que serão os responsáveis pelo acompanhamento, apoio e supervisão dos restantes jovens. No decorrer do projecto, os voluntários irão criar um blogue. No final da iniciativa, será promovido um encontro, aberto à comunidade escolar da Região, com peritos e com os 14 jovens participantes. Será feito ainda um programa de rádio.

Parceira em várias iniciativas

A Fundação da Juventude, na Madeira, é parceira em várias iniciativas. Até ao próximo ano, está a ajudar, em conjunto com a Casa do Povo de São Martinho, na dinamização do projecto Reinvent@.com, que é financiado pelo programa Escolhas. Trata-se de um projecto que decorre no Bairro da Nazaré e que pretende promover a inclusão social e a igualdade de oportunidades, bem como prevenir comportamentos de risco, através do desenvolvimento das competências individuais e sócio-familiares.
A instituição está a fazer parte da campanha de sensibilização sobre o bullying, em parceria com o Centro Comunitário de São Martinho e a Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco e que está a envolver 12 jovens.
Ainda este ano, a Fundação desenvolveu uma formação para mediadores de cursos EFA, destinado a formadores.

Programas nacionais estendem-se à Madeira

Além das muitas iniciativas que são desenvolvidas e preparadas especificamente na Região, a delegação regional realiza ainda programas e concursos de âmbito nacional. Assim, foram vários os concursos promovidos, sendo que o primeiro, em 2005, esteve relacionado com a sinistralidade rodoviária. Em 2007, o concurso foi sobre educação e prevenção rodoviária. Um concurso que já conta com a sua segunda edição é o: “Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto”. Em 2008, houve ainda um concurso nacional de design em português, em que os jovens madeirenses participaram. Já na sua 19.º edição está o concurso para jovens cientistas e investigadores e no mesmo número de edições está o Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas (PEJENE).




Marília Dantas

quarta-feira, 27 de julho de 2011

DN- Assembleia - 27-07-2011

Assembleia volta a debater Lei de Meios

Insultos a jornalista do DIÁRIO justificam dois votos de protesto

Actualizado há 13 minutos
A sessão plenária da ALM já começou e neste momento decorre uma sessão de perguntas à deputada Sara André (PSD), sobre uma intervenção feita no plenário ordinário anterior em que analisou a violência doméstica na Região.
Jorge Freitas Sousa
Esta reunião tem uma agenda com 15 pontos, entre eles um requerimento do PS-M para constituição de uma comissão de inquérito a eventuais desvios das verbas da Lei de Meios.
No período antes da ordem do dia também deverão ser debatidos dois votos, do BE e do PSD, motivados pelos insultos do secretário-geral do PSD, Jaime Ramos a um jornalista do DIÁRIO. O Bloco protesta pelo comportamento do dirigente social-democrata, enquanto o PSD protesta pelo facto de o BE ter apresentado um protesto, semelhante ao entregue na ALM, na Assembleia da República. Um voto que foi rejeitado pelo PSD e pelo CDS, com a excepção de José Manuel Rodrigues que votou a favor.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

TSF-Madeira Noticiário regional - 20/07/2011 13:00

Qua, 20/07/2011 - 14:07

deputados do parlamento regional por Sara André, do PSD. Durante os debates parlamentares, foi ...

JM- Referência a Intervenção no Parlamento- Violência Doméstica 21/07/2011

(...)A deputada do PSD-M, Sara André, no Período Antes da Ordem do Dia, fez uma intervenção onde apontou o que tem sido feito na Madeira pelo Governo Regional, no sentido de combater o problema da violência doméstica mas advertiu que ainda há muito por fazer, nomeadamente, ao nível legislativo. Neste sentido, apontou dois casos recentes que chocaram a sociedade madeirense, o caso de um homem que matou a mulher desferindo vários golpes com um martelo, na presença dos três filhos. O segundo caso foi o do psicólogo que matou a ex-namorada com vários golpes de faca. O primeiro acabou por ser condenado a 24 anos de prisão, o segundo a 19 anos de prisão. A nível nacional, apontou a deputada, no ano passado morerram 26 mulheres vítimas de violência doméstica sendo que outras 42 foram vítimas mas conseguiram escapar com vida.




Élia Freitas

quarta-feira, 20 de julho de 2011

DN-Sara André aborda a violência doméstica - 20/07/2011

Sara André aborda a violência doméstica

Actualizado há 14 minutos
"Até quando a nossa mentalidade nos irá impedir de fazer alguma coisa, porque entre marido e mulher não metemos a colher", perguntou Sara André, numa intervenção no período antes da ordem do dia em que abordou a violência doméstica.
A deputada do PSD incluiu no seu discurso parte do acórdão de condenação de um homem que matou a mulher a golpes de martelo, em frente aos filhos mais pequenos. Um caso que acabou com uma condenação a 24 anos de prisão e que terminou, quase em simultâneo com um outro, o de um psicólogo que matou a ex-namorada, com 36 golpes de faca e que foi condenado a 19 anos. Os dois casos tiveram a Madeira como palco.
Sara André reconheceu que as condenações são exemplares, mas não tem dúvidas de que ainda há muita fazer para conseguir acabar com a violência doméstica que, só em 2010, foi a razão para a morte de 26 mulheres, em todo o País.A deputada defende a urgência de serem aprovadas medidas legislativas de protecção às vítimas.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

JM- Conferencia de Imprensa- PSD M- Comissão Saúde

Jornal da Madeira / Região / 2011-06-23






Com mandato marcado por “forte acção reformista e inovadora” na saúde, segundo o PSD - Madeira
Madeira mais autónoma

A Madeira está a ser cada mais autónoma na prestação dos serviços de Saúde. Esta é nota evidenciada ontem pelo Grupo Parlamentar do PSD, que fez um balanço positivo das melhorias introduzidas neste mandato do Governo Regional, que Rafaela Fernandes diz ter sido marcado por “uma forte acção reformista e inovadora”.


A deputada do PSD-Madeira, Rafaela Fernandes, disse ontem que a Região está a conseguir ser cada vez mais autónoma nos cuidados ao nível da Saúde fruto de políticas anteriormente desenvolvidas e de outras que decorreram e ainda decorrem neste mandato do PSD. Um mandato que diz ter sido marcado por “uma forte acção reformista e inovadora”. Reformista em termos de gestão e de administração e inovadora do ponto de vista da “melhoria na prestação dos cuidados de saúde”.
Na conferência de imprensa realizada pelo grupo parlamentar do PSD na Assembleia Legislativa da Madeira, na qual estiveram presentes os quatro deputados do PSD-M que integram a Comissão de Assuntos Sociais e Saúde, o propósito foi o de destacar a área da saúde, fruto do trabalho interno desenvolvido no âmbito da Comissão.
Por isso mesmo, a deputada Rafaela Fernandes falou de algumas medidas implementadas pelo SESARAM. Foi nesse âmbito que falou de vertentes como o início da radioterapia na Região, que veio permitir fazer esses tratamentos na Madeira; do início da radio-cirurgia e da melhoria dos serviços de urgência, com a introdução das vias verdes. Neste último caso, a parlamentar sublinhou o exemplo da Sepsis, por ter permitido a redução de 10% em termos de mortalidade dos doentes com esta doença.
Acentuou ainda a introdução das vias verdes do trauma e das doenças cardio-vasculares.
A nível de instalações, chamou à atenção para a melhoria, entre outros, para os serviços de pediatria e de gastroenterologia.
Falou ainda da entrada em funcionamento de mais uma unidade de hemodinâmica, fazendo com que passem a existir duas na RAM.
Posteriormente sublinhou a questão das mudanças na Saúde, que, tal como quaisquer outras, têm sempre resistências. No entanto, no caso concreto da Saúde na Madeira diz que se assistiu mais a despiques entre parceiros sociais.
No meio destas reformas, a parlamentar avançou que o Conselho Consultivo do hospital passou a reunir-se.
Uma nota final para Rafaela Fernandes acentuar que, perante a melhoria de serviços que apontou o número de reclamações no Hospital dr. Nélio Mendonça “tem reduzido drasticamente”.
Paulo Alexandre Camacho

terça-feira, 21 de junho de 2011

JM- Esclarecimento de Alberto João Jardim sobre os colaboradores do PSD no DN

(...)"Post-Scriptum 1 – De principal responsabilidade do seu proprietário, o «diário de notícias» começou a campanha eleitoral pessoalizada que se sabe estar preparada contra mim.
Não é que «comunas», aliados a empresários pouco inteligentes, me incomodem.
Mas é uma canalhice dizer que eu «proibi» alguém de escrever naquele panfleto – não são poderes que eu tenha ou deva ter – quando apenas a Comissão Política do PSD/Madeira, formada por três dezenas de membros e acompanhada pelo respectivo Secretariado, alertou para o facto de o pasquim se servir de pessoas que nele colaboravam de boa fé, para alegar ser «independente», o que é uma refinadíssima mentira.
Agora, no PSD/Madeira, como Partido organizado que é, só a Comissão Política, o seu presidente, ou o Vogal para o efeito designado, é que representam a opinião partidária.
Qualquer outra pessoa a título individual, apenas a si própria se representa."

in Jornal da Madeira

Esclarecimento sobre a minha posição em relação ao DN- Sara André

Reitero tudo o que disse: Nunca Recebi qualquer indicação do Presidente do meu Partido ou da Presidência para deixar de escrever no Diário de Noticias.
Deixo de o fazer por agora, por duas razões: a primeira é, porque tenho pouco tempo para o fazer, tendo em conta razões pessoais; a segunda têm a ver com o facto de ter responsabilidades politicas. Tendo sido uma decisão de alguma concertação dos meus colegas que assinavam aquela rubrica POLITICA, julgo importante haver solidariedade politica. Quando estamos num partido há coisas que temos de ter em conta.Há um ditado que diz " quem não quer ser Lobo não lhe vista a Pele".
No entanto,e de acordo com as circunstancias, não quer dizer que, enquanto cidadã ou identificada com outra função que não seja deputada, não volte a escrever no proximo ano, se essa hipotese se colocar novamente, no referido orgão de comunicação social ou em qualquer outro.

DN- Um sequestro falhado 19-06-2011- Ricardo Oliveira

Um sequestro falhado
Guilherme Silva, Miguel de Sousa, Medeiros Gaspar, Sara André, Jaime Filipe Ramos, Nuno Teixeira, Vânia Jesus, Sérgio Marques, Nuno Olim, António Trindade, entre outros, foram compulsivamente obrigados por Alberto João Jardim a deixar de escrever no DIÁRIO.
Até ontem, alguns tomaram a iniciativa, que registámos e enaltecemos, de anunciar a suspensão da colaboração. Já a nosso pedido, e por escrito, a maioria confirmou que cessava a partilha da opinião nas nossas páginas. Houve quem fosse apanhado de surpresa. Alguns deram desculpas sem nexo. Outros assumiram com toda a frontalidade que se limitam a cumprir decisões da Comissão Política do partido a que pertencem e no qual têm cargos. Do painel de política, apenas um dirigente social-democrata garantiu a continuidade.
Respeitamos a opção de todos os colaboradores, a quem agradecemos a generosa contribuição para a diversidade do pensamento. Não nos cabe fazer juízos de valor sobre a decisão que tomaram. Mas porque assumimos publicamente compromissos com os assinantes e com os leitores do DIÁRIO, não podemos deixar passar sem reparo mais uma brincadeira do 'jardinismo' intolerante.
O líder do PSD-M, recorrendo a um expediente que habitualmente usa em meios que domina, tenta interferir na orientação deste jornal. Sem sucesso. Devia saber, dadas as múltiplas referências que faz ao estatuto editorial do DIÁRIO, que cabe ao Director subordinar a actuação deste jornal "a critérios de pluralismo". Um pluralismo que não se esgota na partidocracia dos ódios e das vinganças, ou nas concepções autoritárias dos que não admitem a diversidade e ignoram, entre outros princípios inquestionáveis, que no DIÁRIO os artigos devidamente assinados representam apenas e só a opinião daqueles que foram convidados a escrever.
Na tentativa de ameaçar o nosso estatuto, o PSD-M e o seu líder atentam contra tudo o que há de mais elementar nos meios de comunicação, a independência e o pluralismo. Mais, desrespeitam a Constituição e a liberdade de imprensa. Uma liberdade que "abrange o direito de informar, de se informar e de ser informado, sem impedimentos nem discriminações", exercício que "não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura".
Jardim insiste numa cruzada irracional. Continua a colocar "objectivamente em sério risco" o pluralismo na Região, como já alertou há um ano a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). Aliás, a directiva interna que impede os social-democratas de dar opinião no DIÁRIO é apenas mais um lamentável e vergonhoso episódio de uma longa série de atentados patrocinados pelo PSD-M e pelo seu líder. A opinião única no jornal pago pelos contribuintes; a perseguição ao jornalismo independente; o corte de assinaturas; as ameaças de expropriação; a recomendação empresarial ao boicote publicitário; as ofensas aos jornalistas; os múltiplos avisos de processos judiciais; o oneroso fomento da concorrência desleal com o objectivo de silenciar quem conta a verdade têm a marca de quem se habituou a emitir "fortes juízos de censura" e a ser pródigo nas contradições. Basta atender ao que disse no último congresso do PSD-M sobre a importância de ter gente a escrever no DIÁRIO.
Jardim quer ter argumentos para que as suas eternas queixas inconsequentes sejam agora válidas. Acusar-nos-á junto da ERC e da Comissão Nacional de Eleições de "sectarismo", de tratamento discriminatório do PSD e de darmos espaço "desproporcionado à oposição regional". Repetirá o que já está plasmado no 'relatório Coito', na conhecida farsa sobre a comunicação social regional.
O líder do PSD-M finge desconhecer as múltiplas recomendações da ERC, nomeadamente uma, "que não cabe aos poderes regionais a definição e implantação de níveis satisfatórios de pluralismo nos órgãos de comunicação social, uma vez que estes devem resultar das dinâmicas próprias".
Jardim tenta, em vão, desviar a atenção dos madeirenses do essencial, como se estes esquecessem que a Região, através do seu governo, tem vindo a intervir de forma lesiva no subsector da imprensa diária. O que Jardim quer esconder é o desrespeito pelas regras do pluralismo e da igualdade dos representantes das diversas forças político-partidárias no jornal da diocese mas que tem sequestrado. Como é que alguém que nem foi capaz de reformular o estatuto editorial do seu 'JM', por recomendação da ERC, dada a não correspondência entre o compromisso escrito de ser um jornal de "perspectiva cristã aberta a um são pluralismo ideológico" e as práticas seguidas, tem o desplante de insinuar-se como provedor dos conteúdos do DIÁRIO?
O DIÁRIO não se conforma com mais uma atropelo premeditado de quem só quer ter referências positivas nos meios de comunicação e defende um jornalismo que não questiona, não é incómodo e não faz um pacto com a ética e com a verdade. Também por isso, garantimos que nem o líder do PSD-M nem outro político da sua estirpe dará cabo do pluralismo que sempre defendemos e praticamos. Para que não esmoreça a missão democrática de dar tempo e espaço à diversidade. Para que possamos continuar a reflectir conhecendo o pensamento de quem se realiza em diversas áreas da nossa sociedade. Para que haja universalidade neste jornal regional.

DN- Repentina Solidariedade- 21-06-2011- Ricardo Oliveira

A repentina solidariedade
Para além dos silêncios estratégicos, dignos de registo, têm sido muitas as reacções à notícia e ao editorial de ontem sobre o impedimento compulsivo dos social-democratas que habitualmente escreviam opinião no DIÁRIO.
Antes de mais importa deixar claro que temos provas, algumas das quais escritas, de tudo aquilo que escrevemos. Também temos a palavra da honra de alguns dos colaboradores social-democratas que, com toda a frontalidade e honestidade, avisaram antecipadamente que deixavam de partilhar a sua opinião nas páginas do DIÁRIO pelas razões que demos conta na edição de domingo. E desde ontem que temos a certeza que a verdade dos factos sempre incómoda tem envergonhado os protagonistas deste lamentável episódio, ao ponto dos “corajosos” do costume preferirem tentar enganar a opinião pública com as contradições em que são mestres do que explicar a causa do boicote, numa clara tentativa de afectar o pluralismo em vigor no nosso jornal.
Hoje, através da Agência Lusa, o vice-presidente o vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira Miguel de Sousa garantiu que não recebeu "ordem" para deixar de colaborar no DIÁRIO por indicação do presidente do PSD-M, Alberto João Jardim, mas confirmou que deixaria de o fazer por "solidariedade" com o líder social-democrata. "É completamente falso que eu tenha recebido instrução ou ordem nesse sentido, mas vou deixar de escrever porque a solidariedade também é política", afirmou Miguel de Sousa.
Ora, esta repentina e mal explicada solidariedade deve-se a quê? Miguel de Sousa esqueceu-se de revelar que na manhã da passada sexta-feira, em resposta a uma questão por mim colocada, considerou preferível suspender a colaboração.
O e-mail que enviei a vários colaboradores afectos ao PSD-M foi este: “Tendo conhecimento de uma recente directiva imposta pelo Presidente do PSD-M e dado que a mesma já produziu os seus efeitos, afectando algumas colaborações nos espaços de opinião de articulistas assumidamente social-democratas; atendendo a que, da minha parte, não houve qualquer alteração de posicionamento em relação ao convite pessoal, feito em Outubro passado, para escrever opinião no DIÁRIO; julgando ainda que a frontalidade faz parte de uma democracia adulta...
Venho por este meio solicitar que manifeste por escrito nas próximas 48 horas se continuará ou não a colaborar com o DIÁRIO no espaço de opinião, nos moldes definidos aquando do convite”.

O também deputado social-democrata Medeiros Gaspar, ex-colunista deste jornal escusou-se a fazer comentários à Lusa dizendo apenas que este caso é "uma não noticia". E percebe-se porquê. Medeiros Gaspar foi o primeiro a deixar o painel de política do DIÁRIO. Fê-lo um dia depois da Comissão Política. Avisou-me que lhe fora dada a oportunidade de publicar opinião escrita com maior regularidade num outro meio de comunicação social. Deu conta do fim da sua colaboração assim, sem mais. E já publicou artigo no ‘JM’!
A deputada Sara André, por seu lado, afiançou à Lusa não ter recebido "qualquer indicação do presidente do partido, nem de outro membro mais ligado à Comissão Politica para deixar de escrever no DIÁRIO". Acreditámos. Aliás, fomos os primeiros a alertar a parlamentar para a decisão de Jardim, o que diz bem da estranha solidariedade social-democrata. Questionei-a se, mesmo assim, continuaria ou não a ser nossa colaboradora. Assumiu que não e que até desejava suspender a opinião até Outubro pois vai ser mãe em breve. Por isso, não espanta que também à Lusa admita que deixe de ser colaboradora “dada a solidariedade dos meus outros colegas para com o presidente do partido e também por razões pessoais".
Jardim também teve a ousadia de negar o que transmitiu na Comissão Política. A frase é sintomática: “Não tenho força, nem autoridade, nem inconsciência para proibir alguém de escrever seja onde for mas também não sou tonto para deixar que se meta o nome do PSD comprometido com esses ingleses, só porque pessoas do PSD colaboram nesse Diário". Mais palavras para quê quanto a mais uma contradição?
Luís Filipe Malheiro é outro dos social-democratas a pegar no caso. No seu blogue aborda o que denomina “alegada ‘proibição’ de Alberto João Jardim”. E faz perguntas, por sinal, eloquentes do estado a que o PSD-M chegou.
“- Mas afinal, será que os visados não passam de “carneiros” que se limitam a cumprir todas as instruções que lhes são dadas e depois, pela surdina, continuam a fazer o que sempre fizeram, que é bufar ao DN local, por entrepostas pessoas tudo o que se passa?
- Uma pergunta mais intrigante: já agora, serás que foi mesmo Alberto João Jardim, que sempre defendeu a utilidade de uma situação contrária, a ter essa ideia e dar essas instruções, ou limitou-se a recomendar (estou a vontade porque nem estava presente nessa reunião da Comissão Política do PSD por impedimento pessoal) oi que lhe foi recomendado por terceiro?
- E que tal um desafio: quem terá sido o “mentor”, se preferirem o “sugestor” dessa decisão, ainda nem as eleições de 5 der Junho se tinham realizado?
- Finalmente se o problema para alguns é o de escrever ou deixar de escrever no DN do Funchal, porque razão falam no processo de elaboração das listas de candidatos a deputados, misturando alhos com bugalhos? Afinal estamos a falar de quê? De interesse pessoal pelo tacho em detrimento da solidariedade política e pessoal ou de mais um exemplo de hipocrisia e da mesquinhez? Fiquemos (por ora…) por aqui.”
Estamos de facto mais esclarecidos sobre tudo o que se passa no PSD-M ainda com Jardim a mandar. Mas convinha que não se ficassem por onde lhes dá mais jeito. Sejam consequentes e contem tudo. Talvez assim possamos saber mais sobre as solidariedades repentinas ou de quem delas pode vir a precisar não tarda nada, a julgar pelos comentários gerados pelas notícias publicadas a este respeito em vários meios.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

DN- Vigília leva familiares de Silvia ao Tribunal

Vigília leva familiares de Silvia ao Tribunal


Actualizado há 1 hora e 57 minutos
Etiquetas
homicídio dos Canhas, Silvia Silva, Vigília junto ao Tribunal da Ponta do Sol
Os amigos também fizeram questão de comparecer. Consternação e pedido de justiça imperaram junto ao edifício.

Uma vigília junto ao Tribunal da Ponta do Sol levou, ao inicio desta noite, vários familiares de Silvia Silva, brutalmente assassinada pelo companheiro a 6 de Setembro de 2010 na freguesia dos Canhas a apelar “justiça exemplar” e mostrarem-se contra a “violência doméstica”.

O acontecimento voltou a ficar marcado pela emoção e pela ‘revolta pacífica’, expressa através de palavras de ordem inscritas em diversos cartazes que várias dezenas de pessoas, maioritariamente residentes do Paul do Mar (naturalidade da vítima) fizeram questão de mostrar.

“Por eles a justiça vai dar o exemplo”, era uma das menções mais fortes, mostrando no canto superior do cartaz as fotografias dos três meninos. Rodrigo, João Pedro e André, todos menores estão desde o ano passado órfãos, num crime cujo homicida foi perpetrado pelo próprio pai das crianças.

Pela frieza e pelos contornos hediondos do crime, os familiares e amigos querem agora uma “pena rigorosa”, conforme sublinhou Hélder Vinagre, primo da malograda, sem que, no entanto, vincasse o parente que “este acto não seja entendido como forma de pressão na imparcialidade do julgamento”.


Saiba mais na edição impressa de amanhã

quinta-feira, 16 de junho de 2011

JM- Vigilia na Ponta do Sol em homenagem à Silvia

Jornal da Madeira / Ocorrências / 2011-06-15
Vigília à porta do Tribunal da Ponta do Sol em memória de jovem assassinada nos Canhas
Um grupo de pessoas está a convocar, através de emails, o maior número de participantes numa vigília a levar a efeito amanhã, junto do Tribunal da Ponta do Sol, entre as 21 e as 23 horas, contra a violência doméstica. A vigília - traz contigo uma flor ou uma vela - é em homenagem à memória de Sílvia que foi assassinada brutalmente em Setembro de 2010, alegadamente pelo seu companheiro que está a ser julgado num processo de crime de homicídio qualificado. O arguido, de 38 anos, é acusado de ter assassinado com um martelo e uma chave de fendas a companheira, de 33 anos, nos Canhas, com quem viveu dez anos e da qual teve três crianças, e de quem já se encontrava separado dias antes do homicídio. Um crime que chocou a Região.

Ferdinando Bettencourt

DN- Fundação da Juventude- 'Mediador de Cursos EFA'

Formação 'Mediador de Cursos EFA'
Actualizado em 14 de Junho, às 18:11Sandra da Silva Gonçalves
Etiquetas formação, mediadores
.A Fundação da Juventude - Delegação da RAM realiza, de 27 de Junho a 18 de Julho, a formação 'Mediador de Cursos EFA' destinada a mediadores, formadores, professores, coordenadores de formação e outros profissionais que desempenham ou pretendem vir a desempenhar funções no âmbito da educação e formação de adultos, detentores do Certificado de Aptidão Profissional (CAP).

A formação custa 155 euros (30 horas) e decorrerá segundas, quartas e quintas, das 19 às 22 horas, nas instalações da Escola Profissional Atlântico.

Os interessados em participar na formação podem pedir mais informações através do número 291280629 ou por email: madeira@fjuventude.pt.

JM- Fundação da Juventude- Formação para Mediador de Cursos EFA 15/06/2011

Jornal da Madeira / Região / 2011-06-15
Formação para Mediador de Cursos EFA

A Fundação da Juventude irá promover uma formação para “Mediador de Cursos EFA”. Trata-se de uma iniciativa que se destina a mediadores, formadores, professores, coordenadores de formação e outros profissionais que desempenham ou pretendem vir a desempenhar funções no âmbito da educação e formação de adultos, detentores do Certificado de Aptidão Profissional (CAP).
Esta formação, que terá um custo de 155 euros, terá uma duração de 30 horas, com início a 27 de Junho e fim a 18 de Julho, e terá lugar às segundas, quartas e quintas, entre as 19h00 e as 22h00, na Escola Profissional Atlântico.
Os interessados deverão contactar a Fundação da Juventude, no Bairro da Ajuda, Bloco 28, Cave C, ou poderão fazê-lo por telefone (291280629), por fax (291280638) ou pelo e-mail madeira@fjuventude.pt

terça-feira, 14 de junho de 2011

JM- Vigília por Sílvia

Jornal da Madeira / Ocorrências / 2011-06-14
Vigília por Sílvia
Em homenagem de Sílvia, do Paul do Mar, realiza-se, na próxima quinta-feira,16 de Junho, uma vigília em frente do tribunal da Ponta do Sol.
Os interessados em prestar a sua homenagem a esta mulher, assassinada pelo seu companheiro em Setembro de 2010, devem comparecer no local entre as 21 e as 23 horas.
Na ocasião será rezado o terço com o Grupo de Oração Carismática.
O movimento foi anunciado por Sara André, deputada e dirigente da Fundação da Juventude, que desta forma pretende alertar para a necessidade do combate
à violência doméstica.
Refira-se que Sílvia foi morta pelo seu companheiro, que era pedreiro, a martelo e chave de fendas. Deixou três filhos menores. O caso está ser julgado no Tribunal da Ponta do Sol, junto do qual será feita a vigília.
O movimento sugere que os presentes levem uma flor ou uma vela.
Anete Marques Joaquim

Diário de Noticias-Vigília em memória de mulher vítima de violência doméstica

Diário de Notícias
Terça, 14 de Junho de 2011
Madeira
Vigília alerta contra violência doméstica
No dia 16 será feita uma homenagem em memória de uma mulher que foi assassinada
Zélia Castro


Vigília decorrerá esta quinta-feira, dia 16, em frente ao Tribunal da Ponta do Sol. FOTO ASPRESS

Esta quinta-feira, 16 de Junho, será feita uma vigília, em frente ao Tribunal da Ponta do Sol, entre as 21 e as 23 horas, em homenagem à jovem Sílvia, que foi assassinada, em Setembro de 2010, alegadamente pelo companheiro, nos Canhas. O primo da vítima e porta-voz desta iniciativa, Hélder Vinagre, explicou ao DIÁRIO que o objectivo da vigília passa por sensibilizar para a problemática da violência doméstica.

"É um exemplo para que não se chegue a este extremo, é impensável assistirmos a estas situações em pleno século XXI", afirmou, referindo ainda que a ideia não é "pressionar a Justiça", mas sensibilizar contra este flagelo e já que se aproxima a data do julgamento, agendado para o próximo dia 17 de Junho.

Hélder Vinagre disse ainda que a população do Paul do Mar, de onde a jovem de 33 anos era natural, continua fragilizada pelo que aconteceu, até porque sendo um meio pequeno todos se conhecem. "É uma situação que abala qualquer freguesia", frisou.

Para a vigília foi pedido às pessoas que queiram participar que levem uma flor ou uma vela. O terço ficará a cargo do Grupo de Oração Carismática.

Recorde-se que o crime aconteceu nos Canhas, a 6 de Setembro de 2010. A vítima era auxiliar de educação e viveu com o arguido durante dez anos, de quem estava separado há pouco tempo. Segundo a acusação, houve ambiente de violência doméstica durante o período em que viveram juntos e o arguido terá matado a companheira na presença de dois dos três filhos, depois de uma discussão. O arguido encontra-se em prisão preventiva.




Vigília em memória de mulher vítima de violência doméstica

Actualizado ontem, às 10:34Artur de Freitas Sousa7 comentários
Violência doméstica

Na próxima quinta-feira, a partir das 21 horas, junto ao Tribunal da Ponta do Sol está prevista a realização de uma vigília em homenagem à jovem assassinada, alegadamente, pelo companheiro em Setembro 2010.

Segundo o Ministério Público, o ambiente de violência terá marcado o quotidiano do casal nos 10 anos de vida em conjunto. O crime com recurso a martelo e chave de fendas ocorreu já após a separação.

A vigília em homenagem à memória de Sílvia visa alertar e sensibilizar para o fenómeno da violência doméstica.

O alegado homicida aguarda o desfecho do processo em prisão preventiva.